Número total de visualizações de páginas

Mostrar mensagens com a etiqueta todas as cores do vento. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta todas as cores do vento. Mostrar todas as mensagens

11 de maio de 2014

Como afastar os fantasmas?





O poema, esse sim, tinha o poder de lixiviar todos os fantasmas.

Miguel Miranda, in Todas as cores do vento, Porto Editora, 2012, 1ª ed., p. 14

27 de junho de 2013

Escrever para viajar

Escrever para viajar, viagem sem pagar bilhete, é o lema do médico portuense Miguel Miranda,  que marcou presença no Bibliotecando em Tomar 2013, no princípio de maio.

Ilustração de Ethel Spowers

Partindo do real, ainda que com as luvas e as pinças a que a deontologia o obriga, ocorre-lhe basear-se numa paciente, matá-la na primeira página e prosseguir a narrativa. 

A viagem e a literatura são também humor, riso, subversão, morte, mistério, policiais – mostrou-o este autor de diversas obras insólitas como O estranho caso do cadáver sorridente (Prémio Caminho de Literatura Policial, 1997) - a partir da sua doente inglesa qual boneca de porcelana com lábios pintados -; Dai-lhes, Senhor, o eterno repouso – policial humorístico sobre o que acontece aos chineses quando morrem -; A paixão de K – sobre o quadrilátero amizade, amor, paixão e caos, que tem no centro as paixões de Perfecto Cuadrado, protagonista da ação; e Todas as cores do vento – reflexo de uma viagem à Palestina em que um gato é a única testemunha do choque civilizacional com Israel.

Mª Carla  Crespo