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17 de junho de 2012

Uma biblioteca é um organismo em crescimento

A 5ª lei da biblioteconomia defendida por Ranganathan debruça-se sobre o dinamismo e a política de gestão das coleções, que deve privilegiar a utilidade e a utilização dos recursos que integra.

Ilustração de Ester García
A qualidade das bibliotecas não é hoje avaliada em função do número de documentos que disponibiliza mas sim do acesso que lhes proporciona. É o leitor que faz toda a diferença, pelo que a atual explosão bibliográfica exige uma gestão concertada e opções fundamentadas na gestão da coleção.



Poupe o tempo do leitor

Fotografia de Antonio Más Morales

Uma das regras de ouro de uma biblioteca funcional e amiga do leitor é a arrumação e organização dos documentos de modo a  diminuir o seu tempo de procura no livre acesso às estantes.


Esta é a 4ª lei do indiano Ranganathan, que se interessou pela biblioteconomia. 

16 de junho de 2012

Todo o leitor tem o seu livro


Fotografia de Antonio Más Morales
Qual o seu perfil de leitor? Poesia, prosa, ensaio filosófico? Leitura técnica ou recreativa? Romance histórico ou ficção pura? Em suporte de papel ou digital? Jornal, revista, livro ou e-book? Livros de grande fôlego ou contos de pequena extensão? De linguagem acessível ou em que prime a maestria estilísitico-conceptual?


Cada leitor, pelas suas características pessoais e até circunstanciais, pela fase da vida em que se encontra, prefere um determinado tipo de leitura a outro. Cabe a cada um descobri-lo. Os bibliotecários oferecem uma ajuda preciosa neste campo, conhecendo os utilizadores das suas bibliotecas e procurando responder aos seus interesses, curiosidades e necessidades intelectuais.

"Todo o leitor tem o seu livro" é a 3ª lei de Ranganathan.

Todo o livro tem o seu leitor

Ilustração de Jill Murphy

Os gostos e as tendências literárias são diferentes de leitor para leitor, sendo certo que a cada livro espera-o um perfil de leitor dedicado, quer seja o compulsivo, que tudo lê, quer seja aquele que por ele se interessa particularmente, pelo tema, pela abordagem, pela ilustração, pela oportunidade...

Enfim, o que convém mesmo é divulgar os livros, pois nunca se sabe quando neles tropeça o leitor interessado. 

"Todo o livro tem o seu leitor" é a 2ª lei da biblioteconomia introduzida pelo pensador indiano Ranganathan.

14 de junho de 2012

Os livros são para serem usados


Ilustração de Slawek Gruca
Os livros são objetos de prazer, de aprendizagem, de ócio e de negócio (na lógica dicotómica de lazer e de trabalho que a vida contempla). Nesse sentido, são encarados como um meio para atingir dimensões plenas da vida – em síntese, cultura, conhecimento e ócio.
Ilustração de Simon Cooper






Ilustração de Gurbuz Dogan
O fim último do livro é, efetivamente, ser lido, encontrar o seu leitor. À la limite, o seu objetivo último é o de promover e desenvolver competências, gerar conhecimento (científico, literário, filosófico, religioso, artístico, político, social, etc.), mas também divertir, formar, acompanhar percursos, contrariar a solidão…

"Os livros são para serem usados " é a 1ª de cinco leis instituídas para a Biblioteconomia pelo pensador indiano Shiyali Ranganathan.


As leis do livro

Ilustração de Mae Besom


1. Os livros são para serem usados


2. Todo o livro tem o seu leitor


3. Todo o leitor tem o seu livro


4. Poupe o tempo do leitor


5. Uma biblioteca é um organismo em crescimento



Estas são as Leis de Ranganathan, cinco leis fundamentais sobre o livro, instituídas por este professor de matemática indiano que se interessou pela biblioteconomia.