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4 de novembro de 2012

Quando é que o Monstro se transforma em Príncipe?

Ilustração de Claude Theberge


Quando o portento se tornou supérfluo, quando a metamorfose já se realizou insensivelmente em Belinda: lavando-a de toda a saudade adolescente, de toda a ferrugem da fantasia, dela não deixando senão a atenta alma nua ("já não me parece um Monstro e mesmo que o fosse desposá-lo-ia na mesma porque é perfeitamente bom e eu só poderei amá-lo a ele").

Cristina Campo, in Os imperdoáveis

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