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28 de setembro de 2012

Recordações dos livros

Segundo Montaigne, guardamos apenas recordações-ecrã dos livros que lemos. É a ideia que nos traz a lume Pierre Bayard, na sua obra Como falar dos livros que não lemos?, citando o escritor francês, e que reza assim:

Ilustração de Artisalma Deviantart

"Não guardamos na nossa memória livros homogéneos, mas fragmentos retirados de leituras parciais, muitas vezes misturados uns com os outros e, mais ainda, alterados pelos nossos fantasmas pessoais: fragmentos falsificados de livros, análogos às recordações-ecrã de que Freud fala, cuja função é sobretudo a de dissimular outras."



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